O
DIFERENCIAL
VINCULATIVO
DO SISTEMA
FINANCEIRO
BRASILEIRO
EM
RELAÇÃO AOS DEMAIS
MERCADOS
E SEGMENTOS
E
A
ERRADICAÇÃO
DOS
SEUS EFEITOS
COLATERAIS
O Brasil, assim como as demais
economias menores, concorrendo com as economias avançadas, porém com um
diferencial adiante explicado, tem no setor financeiro o âmago do lado positivo
e negativo da economia, de um lado o financiamento da produção, de outros, por
cadastros com necessidade de auto proteção pelos setores que exploram, utilizam
de suas mecânicas de subcontratos derivados de contratos financeiros
principais, com o objetivo de manter o controle do sistema política e fuga do
controle das autoridades públicas responsáveis por políticas de controle de
mercado e concorrência supervisão financeira e das sociedades, autoridade
tributária e ficar a salvo de investigações de natureza policial, prestação de
contas, ministério público e judicial.
Os subcontratos, com os avanços dos
produtos financeiros deles decorrentes, como fundos de direitos creditórios e
internacionais, por exemplo, deixam investidores solventes que não querem se
expor e insolventes com alto grau vinculativo aos poderes constituídos a mercê
de suas vontades e queixumes de interesses políticos.
Por deterem o dinheiro e as contas as
eles vinculados com o patrimônio de estados, entidades e particulares, criam
contratos que ficam com o poder de estarem a saldo de investigações, ou, ainda,
por terem vínculos com empresas que podem fazer as vezes de interceder pelo
poder político, fazem destas suas “mulas” para as caças de propinas e manutenção
do status quo do poder dominante.
A operação lava jato teve como
resultado prático até o momento a diminuição dos custos empregados por estas instituições
para se manterem no poder.
Podem chegar aos poderes constituídos
(tribunais em Brasília e Ministério Público) as piores notícias comprovadas de
fraudes ao sistema financeiro, que o sistema trata de vergar a tornar a verdade
inalcançável, até para não expor aos investidores externos tratos de desvios
financeiros que trariam como consequência a fuga de capital e bancarrota do País.
Mas tudo isto não é incomum dos
demais cenários políticos primeiro mundistas ou das demais economias em mesma situação
econômica.
A grande questão é que alguns dos
grandes investidores externos ingressam nas economias menores, passando a fazer
a parte desta roda viva maldita.
Quando as propinas chegaram a níveis
inaceitáveis para os custos financeiros os cálculos foi a retiradas dos fatores
inaceitáveis e manutenção dos demais aspectos.
Retira-se do círculo financeiro
alguns agentes, dá-se a ideia da imagem de segurança com a eterna busca de mais
incautos para compor o quadro de investidores desta ciranda, e, estes sobram,
por economias não controladas que querem buscar no jogo financeiro esconder
finanças não fiscalizadas, com risco especulativo igual a zero, vez que as finanças obtidas por meios
ilícitos não pretendem em momento algum estar de volta ao círculo financeiro
regular porque seria descoberta a ilicitude inicial e, com isto, estar exposta
ao trato policial criminal.
O diferencial das economias mais
avançadas é o quanto os Estados, por seus agentes buscam organizar o controle
das políticas de subcontratação, para evitar que os capitais indesejados sejam
criados e procriados, mesmo assim, o que não falta é isto tipo de capital, que
surge em contas de segurança para investigações secretas se irradiando para
contas menos dignas de qualquer trato de honestidade.
Neste sentir, quando foi feita a
operação em empreiteiras, o mercado quis a todo custo eliminar as concorrentes
e este efeito foi refletido nas dinâmicas de decisões tomadas no âmbito da
operação lava jato.
As notícias em relação ao sistema
financeiro que tudo financiou já são diferentes, estas empresas precisam,
segundo o ministério público brasileiro serem preservadas a bem “segurança” da
economia, na verdade em argumento falacioso e mentiroso.
Nada mais pernicioso para a economia
que agentes voláteis sem calibre de idoneidade moral, seja o segmento que for,
de ordem pública ou privada, financeiro ou não, mais do que isto, e, o que é
mais importante, representa perdas inestimáveis aos investidores sérios que não
estão no sistema para brincar, mas agem de maneira séria querendo que os
destinos financeiros sejam os efetivamente contratados segundo os compromissos neles
esculpidos.
As negociatas expõem os agentes
financeiros e investidores que emprestam solidariedade a sistemas podres
carcomidos pela indecência.
Venho a 15 anos brigando em destes
desafios da verdade, e, ao obter provas e leva-las aos Conhecimento do STF
através do Sr. Rodrigo Janot, Ricardo Lewandowki e colegas, as provas obtidas
das fraudes e crimes cometidos no sistema financeiro sequer foram objeto de
análise, cometendo estes senhores crimes de função por não investigarem crimes
de sua responsabilidade (MS 34487).
Como este efeito é prejuízo para a
roda maior da economia, somente com regulamentos de transparência até para o
ministério público e cortes superiores esta chaga saíra da triste história
recente da economia brasileira, e, com isto, a punição e erradicação das
fraudes contra os investimentos sérios que precisam ser honrados, não jogados
ao limbo da história, sem isto o Brasil nunca sairá da crise que está
instalada.
Brasil
28 de junho de 2017
HELIO
BARRETO
OAB
SC 7487 DF 36606 OAPT53040C
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