quarta-feira, 28 de junho de 2017

O DIFERENCIAL VINCULATIVO DO SISTEMA FINANCEIRO DO BRASIL












O DIFERENCIAL

VINCULATIVO DO SISTEMA

FINANCEIRO BRASILEIRO

EM RELAÇÃO AOS DEMAIS

MERCADOS E SEGMENTOS

E

A ERRADICAÇÃO

DOS SEUS EFEITOS

COLATERAIS







O Brasil, assim como as demais economias menores, concorrendo com as economias avançadas, porém com um diferencial adiante explicado, tem no setor financeiro o âmago do lado positivo e negativo da economia, de um lado o financiamento da produção, de outros, por cadastros com necessidade de auto proteção pelos setores que exploram, utilizam de suas mecânicas de subcontratos derivados de contratos financeiros principais, com o objetivo de manter o controle do sistema política e fuga do controle das autoridades públicas responsáveis por políticas de controle de mercado e concorrência supervisão financeira e das sociedades, autoridade tributária e ficar a salvo de investigações de natureza policial, prestação de contas, ministério público e judicial.

Os subcontratos, com os avanços dos produtos financeiros deles decorrentes, como fundos de direitos creditórios e internacionais, por exemplo, deixam investidores solventes que não querem se expor e insolventes com alto grau vinculativo aos poderes constituídos a mercê de suas vontades e queixumes de interesses políticos.

Por deterem o dinheiro e as contas as eles vinculados com o patrimônio de estados, entidades e particulares, criam contratos que ficam com o poder de estarem a saldo de investigações, ou, ainda, por terem vínculos com empresas que podem fazer as vezes de interceder pelo poder político, fazem destas suas “mulas” para as caças de propinas e manutenção do status quo do poder dominante.

A operação lava jato teve como resultado prático até o momento a diminuição dos custos empregados por estas instituições para se manterem no poder.

Podem chegar aos poderes constituídos (tribunais em Brasília e Ministério Público) as piores notícias comprovadas de fraudes ao sistema financeiro, que o sistema trata de vergar a tornar a verdade inalcançável, até para não expor aos investidores externos tratos de desvios financeiros que trariam como consequência a fuga de capital e bancarrota do País.

Mas tudo isto não é incomum dos demais cenários políticos primeiro mundistas ou das demais economias em mesma situação econômica.

A grande questão é que alguns dos grandes investidores externos ingressam nas economias menores, passando a fazer a parte desta roda viva maldita.

Quando as propinas chegaram a níveis inaceitáveis para os custos financeiros os cálculos foi a retiradas dos fatores inaceitáveis e manutenção dos demais aspectos.

Retira-se do círculo financeiro alguns agentes, dá-se a ideia da imagem de segurança com a eterna busca de mais incautos para compor o quadro de investidores desta ciranda, e, estes sobram, por economias não controladas que querem buscar no jogo financeiro esconder finanças não fiscalizadas, com risco especulativo igual a zero,  vez que as finanças obtidas por meios ilícitos não pretendem em momento algum estar de volta ao círculo financeiro regular porque seria descoberta a ilicitude inicial e, com isto, estar exposta ao trato policial criminal.

O diferencial das economias mais avançadas é o quanto os Estados, por seus agentes buscam organizar o controle das políticas de subcontratação, para evitar que os capitais indesejados sejam criados e procriados, mesmo assim, o que não falta é isto tipo de capital, que surge em contas de segurança para investigações secretas se irradiando para contas menos dignas de qualquer trato de honestidade.

Neste sentir, quando foi feita a operação em empreiteiras, o mercado quis a todo custo eliminar as concorrentes e este efeito foi refletido nas dinâmicas de decisões tomadas no âmbito da operação lava jato.

As notícias em relação ao sistema financeiro que tudo financiou já são diferentes, estas empresas precisam, segundo o ministério público brasileiro serem preservadas a bem “segurança” da economia, na verdade em argumento falacioso e mentiroso.

Nada mais pernicioso para a economia que agentes voláteis sem calibre de idoneidade moral, seja o segmento que for, de ordem pública ou privada, financeiro ou não, mais do que isto, e, o que é mais importante, representa perdas inestimáveis aos investidores sérios que não estão no sistema para brincar, mas agem de maneira séria querendo que os destinos financeiros sejam os efetivamente contratados segundo os compromissos neles esculpidos.

As negociatas expõem os agentes financeiros e investidores que emprestam solidariedade a sistemas podres carcomidos pela indecência.

Venho a 15 anos brigando em destes desafios da verdade, e, ao obter provas e leva-las aos Conhecimento do STF através do Sr. Rodrigo Janot, Ricardo Lewandowki e colegas, as provas obtidas das fraudes e crimes cometidos no sistema financeiro sequer foram objeto de análise, cometendo estes senhores crimes de função por não investigarem crimes de sua responsabilidade (MS 34487).

Como este efeito é prejuízo para a roda maior da economia, somente com regulamentos de transparência até para o ministério público e cortes superiores esta chaga saíra da triste história recente da economia brasileira, e, com isto, a punição e erradicação das fraudes contra os investimentos sérios que precisam ser honrados, não jogados ao limbo da história, sem isto o Brasil nunca sairá da crise que está instalada.

Brasil 28 de junho de 2017



HELIO BARRETO

OAB SC 7487 DF 36606 OAPT53040C



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